Provérbios 7

BPS vs ARC

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ARC Almeida Revista e Corrigida 2009
1 Tingàgu, flinge ge i tdògu ge,
1 Filho meu, guarda as minhas palavras e esconde dentro de ti os meus mandamentos.
2 Toom fkah di nawam fngewegu ge du fye mlawil ge,
2 Guarda os meus mandamentos e vive; e a minha lei, como a menina dos teus olhos.
3 Toom fkah di fandamam,
3 Ata-os aos teus dedos, escreve-os na tábua do teu coração.
4 Knabasam i kfulung, salngad i kakabasam i flanekam,
4 Dize à Sabedoria: Tu és minha irmã; e à prudência chama tua parenta;
5 du én kamlung ge di boyo i libun mlafà i yaanan,
5 para te guardarem da mulher alheia, da estranha que lisonjeia com as suas palavras.
6 Satu duh meye agu di bintanà i gumnègu.
6 Porque da janela da minha casa, por minhas grades olhando eu,
7 Na teengu dee sawang lagi na kulang kfulungla,
7 vi entre os simples, descobri entre os jovens, um jovem falto de juízo,
8 Magu kenen di dalan mdadong di gumnè i satu libun,
8 que passava pela rua junto à sua esquina e seguia o caminho da sua casa,
9 Na i kagkah i duh, fan sdaf,
9 no crepúsculo, à tarde do dia, na escuridão e trevas da noite.
10 Na snitong i libun i lagi ani,
10 E eis que uma mulher lhe saiu ao encontro, com enfeites de prostituta e astuto coração.
11 Labè kenen na landè kyaan,
11 Esta era alvoroçadora e contenciosa, e não paravam em casa os seus pés;
12 Slaan déén kenen di kilil i dalan, slaan déén di fadyan di gunundad to,
12 ora pelas ruas, ora pelas praças, espreitando por todos os cantos,
13 Na di kiten i lagi ani, lkafan, na nalakan,
13 aproximou-se dele, e o beijou, e esforçou o seu rosto, e disse-lhe:
14 “Duh ani tadnohògu i fakanggu,
14 Sacrifícios pacíficos tenho comigo; hoje paguei os meus votos.
15 Taman fanngabalta ge,
15 Por isso, saí ao teu encontro, a buscar diligentemente a tua face, e te achei.
16 Na nlafingu i gumilègu
16 Já cobri a minha cama com cobertas de tapeçaria, com obras lavradas com linho fino do Egito;
17 Na tankokgu fangbun i gumilègu
17 já perfumei o meu leito com mirra, aloés e canela.
18 Taman magin ge deg du nimòta i knayèta
18 Vem, saciemo-nos de amores até pela manhã; alegremo-nos com amores.
19 Là déén yaangu di gumnè,
19 Porque o marido não está em casa, foi fazer uma jornada ao longe.
20 Neben sa bong filakan,
20 Um saquitel de dinheiro levou na sua mão; só no dia marcado voltará a casa.
21 Na tagboyon lagi ani
21 Seduziu-o com a multidão das suas palavras, com as lisonjas dos seus lábios o persuadiu.
22 Taman fanlalan lalò i libun ani,
22 E ele segue-a logo, como boi que vai ao matadouro; e, como o louco ao castigo das prisões,
23 na nun tbak di fufungan,
23 até que a flecha lhe atravesse o fígado, como a ave que se apressa para o laço e não sabe que ele está ali contra a sua vida.
24 Dad ngàgu, flinge gamu i tdògu gamu,
24 Agora, pois, filhos, dai-me ouvidos e estai atentos às palavras da minha boca;
25 Nangyu faloh i nawayu magin di ayè i libun gambet ani,
25 não se desvie para os seus caminhos o teu coração, e não andes perdido nas suas veredas;
26 Du tadee lagi falmon,
26 porque a muitos feridos derribou; e são muitíssimos os que por ela foram mortos.
27 Na ku salu gamu di gumnean, én sa gusaluyu di banwe i dadmati,
27 Caminhos de sepultura é a sua casa, os quais descem às câmaras da morte.

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