Jó 6
GerZurcher: Deutsche Zürcher Bibel von 1931. (SM_GERZURCHER) vs ARC
ARC Almeida Revista e Corrigida 2009
1 HIOB antwortete und sprach:
1 Então, Jó respondeu e disse:
2 O dass man doch meinen Unmut wöge / und mein Unglück zugleich auf die Waage legte! /
2 Oh! Se a minha mágoa retamente se pesasse, e a minha miséria juntamente se pusesse numa balança!
3 Denn nun ist es schwerer als der Sand der Meere; / darum ging irre meine Rede. /
3 Porque, na verdade, mais pesada seria do que a areia dos mares; por isso é que as minhas palavras têm sido inconsideradas.
4 Denn die Pfeile des Allmächtigen stecken in mir, / und mein Geist saugt ein ihr glühend Gift; / die Schrecken Gottes verstören mich. /
4 Porque as flechas do Todo-Poderoso estão em mim, e o seu ardente veneno, o bebe o meu espírito; os terrores de Deus se armam contra mim.
5 Schreit wohl der Wildesel, wenn er Gras hat? / und brüllt das Rind bei seinem Futter? /
5 Porventura, zurrará o jumento montês junto à relva? Ou berrará o boi junto ao seu pasto?
6 Kann man auch Fades essen ohne Salz? / ist Wohlgeschmack im Schleim des Dotters? /
6 Ou comer-se-á sem sal o que é insípido? Ou haverá gosto na clara do ovo?
7 Meine Seele sträubt sich, daran zu rühren, / ihr ekelt ob meiner unreinen Speise. /
7 A minha alma recusa tocar em vossas palavras, pois são como a minha comida fastienta.
8 O dass doch einträfe, was ich begehre, / und Gott mir gäbe, was ich gehofft! /
8 Quem dera que se cumprisse o meu desejo, e que Deus me desse o que espero!
9 Dass es Gott doch gefiele, mich zu zermalmen, / dass er seine Hand ausreckte und schnitte mich ab! /
9 E que Deus quisesse quebrantar-me, e soltasse a sua mão, e acabasse comigo!
10 So wäre doch das noch mein Trost, / und frohlocken wollt' ich im schonungslosen Schmerz! / Denn nicht habe ich verleugnet die Worte des Heiligen. /
10 Isto ainda seria a minha consolação e me refrigeraria no meu tormento, não me poupando ele; porque não repulsei as palavras do Santo.
11 Was ist meine Kraft, dass ich ausharre? / und was ist mein Ende, dass ich mich gedulde? /
11 Qual é a minha força, para que eu espere? Ou qual é o meu fim, para que prolongue a minha vida?
12 Ist denn meine Kraft die Kraft von Steinen? / oder ist mein Fleisch von Erz? /
12 É, porventura, a minha força a força da pedra? Ou é de cobre a minha carne?
13 Fürwahr, aus ist es mit eigner Hilfe, / und rettender Rat ist mir verscheucht. /
13 Está em mim a minha ajuda? Não me desamparou todo auxílio eficaz?
14 Wer dem Verzagenden Güte versagt, / der gibt die Furcht des Allmächtigen auf. /
14 Ao que está aflito devia o amigo mostrar compaixão, ainda ao que deixasse o temor do Todo-Poderoso.
15 Meine Brüder trügen wie ein Bach, / wie Rinnsale, die über das Ufer treten, / (a) Jer 12:6
15 Meus irmãos aleivosamente me trataram; são como um ribeiro, como a torrente dos ribeiros que passam,
16 die schmutzig trübe sind vom Eis, / in die der Schnee sich (schmelzend) birgt - /
16 que estão encobertos com a geada, e neles se esconde a neve.
17 wenn sie durchglüht werden, sind sie verschwunden, / sind, wenn es heiss wird, von ihrer Stätte versiegt. /
17 No tempo em que se derretem com o calor, se desfazem; e, em se aquentando, desaparecem do seu lugar.
18 Es biegen ab vom Weg die Karawanen, / ziehen hin in die Öde und kommen um. /
18 Desviam-se as caravanas dos seus caminhos; sobem ao vácuo e perecem.
19 Es schauen aus die Karawanen von Thema, / die Wanderzüge von Saba hoffen auf sie; /
19 Os caminhantes de Temá os veem; os passageiros de Sabá olham para eles.
20 doch sie werden betrogen in ihrem Vertrauen, / sie kommen hin und werden zuschanden. /
20 Foram envergonhados por terem confiado; e, chegando ali, se confundem.
21 So seid ihr jetzt für mich geworden; / ihr schaut das Schreckliche, und ihr schaudert. /
21 Agora, sois semelhantes a eles; vistes o terror e temestes.
22 Habe ich etwa gebeten: "Gebt mir, von eurem Vermögen / bringet Geschenke für mich, /
22 Disse- vos eu: dai-me ou oferecei-me da vossa fazenda presentes?
23 errettet mich aus der Hand des Bedrängers / und kaufet mich los aus der Gewalt der Tyrannen"? /
23 Ou: livrai-me das mãos do opressor? Ou: redimi-me das mãos dos tiranos?
24 Belehret mich, und ich will schweigen; / worin ich gefehlt habe, saget mir an. /
24 Ensinai-me, e eu me calarei; e dai-me a entender em que errei.
25 Wie wirksam sind doch aufrichtige Reden! / Aber was tadelt ein Tadel von euch? /
25 Oh! Quão fortes são as palavras da boa razão! Mas que é o que censura a vossa arguição?
26 Worte zu rügen gedenket ihr? / In den Wind gehen doch des Verzweifelten Reden! /
26 Porventura, buscareis palavras para me repreenderdes, visto que as razões do desesperado são como vento?
27 Selbst um eine Waise würdet ihr losen, / würdet feilschen um euren Freund. /
27 Mas, antes, lançais sortes sobre o órfão e especulais com o vosso amigo.
28 Nun aber, wollet euch doch zu mir wenden! / Ins Angesicht lüge ich euch wahrlich nicht. /
28 Agora, pois, se sois servidos, olhai para mim; e vede se minto em vossa presença.
29 Kehret doch um! es geschehe kein Unrecht! / Ja, kehret um! noch bin ich im Recht. /
29 Voltai, pois, não haja iniquidade; voltai, sim, que a minha causa é justa.
30 Ist etwa Unrecht auf meiner Zunge? / Schmeckt nicht mein Gaumen das Unglück? /
30 Há, porventura, iniquidade na minha língua? Ou não poderia o meu paladar dar a entender as minhas misérias?
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