Números 23
RC69 vs NVT
1 ENTÃO Balaão disse a Balaque: Edifica-me aqui sete altares, e prepara-me aqui sete bezerros e sete carneiros.
1 Balaão disse a Balaque: “Construa aqui sete altares e prepare sete novilhos e sete carneiros”.
2 Fez pois Balaque como Balaão dissera: e Balaque e Balaão ofereceram um bezerro e um carneiro sobre cada altar.
2 Balaque seguiu as instruções de Balaão, e os dois ofereceram um novilho e um carneiro em cada altar.
3 Então Balaão disse a Balaque: Fica-te ao pé do teu holocausto, e eu irei; porventura o Senhor me sairá ao encontro, e o que me mostrar te notificarei. Então foi a um alto.
3 Então Balaão disse a Balaque: “Fique aqui junto aos holocaustos enquanto eu vejo se o S enhor virá ao meu encontro. Depois lhe direi o que ele me revelar”. Em seguida, subiu sozinho até o topo de um monte sem vegetação,
4 E, encontrando-se Deus, com Balaão, lhe disse este : Preparei sete altares, e ofereci um bezerro e um carneiro sobre cada altar.
4 e Deus veio ao encontro dele. Balaão disse: “Preparei sete altares e ofereci um novilho e um carneiro em cada altar”.
5 Então o Senhor pôs a palavra na boca de Balaão, e disse: Torna para Balaque, e fala assim.
5 O S enhor deu a Balaão uma mensagem para o rei Balaque e disse: “Volte até onde Balaque está e transmita-lhe essa mensagem”.
6 E, tornando para ele, eis que estava ao pé do seu holocausto, ele e todos os príncipes dos moabitas.
6 Balaão voltou e encontrou o rei junto aos holocaustos e, com ele, todos os líderes de Moabe.
7 Então alçou a sua parábola, e disse: De Arão me mandou trazer Balaque, rei dos moabitas, das montanhas do oriente, dizendo : Vem, amaldiçoa-me a Jacó; e vem, detesta a Israel.
7 Esta foi a mensagem que Balaão transmitiu: “Balaque me trouxe desde Arã; o rei de Moabe me trouxe dos montes do leste. ‘Venha’, disse ele, ‘amaldiçoe Jacó para mim! Venha e anuncie a condenação de Israel!’
8 Como amaldiçoarei o que Deus não amaldiçoa? e como detestarei, quando o Senhor não detesta?
8 Mas como posso amaldiçoar aqueles que Deus não amaldiçoou? Como posso condenar aqueles que o S
9 Porque do cume das penhas o vejo, e dos outeiros o contemplo: eis que este povo habitará só, e entre as gentes não será contado.
9 Do alto dos rochedos eu os vejo, dos montes os observo. Vejo um povo que vive só, separado das outras nações.
10 Quem contará o pó de Jacó e o número da quarta parte de Israel? a minha alma morra da morte dos justos, e seja o meu fim como o seu.
10 Quem pode contar os descendentes de Jacó, tão numerosos quanto o pó? Quem pode contar ao menos um quarto de Israel? Que eu morra como os justos! Que meu fim seja como o deles!”.
11 Então disse Balaque a Balaão: Que me fizeste? chamei-te para amaldiçoar os meus inimigos, mas eis que inteiramente os abençoaste.
11 Então o rei Balaque disse a Balaão: “O que você me fez? Eu o trouxe aqui para amaldiçoar meus inimigos; em vez disso, você os abençoou!”.
12 E ele respondeu, e disse: Porventura não terei cuidado de falar o que o Senhor pôs na minha boca?
12 Balaão respondeu: “Como eu poderia transmitir algo diferente daquilo que o S enhor pôs em minha boca?”.
13 Então Balaque lhe disse: Rogo-te que venhas comigo a outro lugar, donde o verás; verás somente a última parte dele, mas a todo ele não verás: e amaldiçoa-mo dali.
13 Então Balaque lhe disse: “Venha comigo a outro lugar. Dali, você verá outra parte do povo, mas não ele todo. Amaldiçoe dali o povo!”.
14 Assim o tomou consigo ao campo de Zofim, ao cume de Pisga: e edificou sete altares, e ofereceu um bezerro e um carneiro sobre cada altar.
14 Então Balaque levou Balaão ao campo de Zofim, no alto do monte Pisga. Construiu ali sete altares e ofereceu um novilho e um carneiro em cada altar.
15 Então disse a Balaque: Fica aqui ao pé do teu holocausto, e eu irei ali ao seu encontro.
15 Balaão disse ao rei: “Fique aqui junto aos holocaustos enquanto eu vou ao encontro do S enhor ”.
16 E, encontrando-se o Senhor com Balaão, pôs uma palavra na sua boca, e disse: Torna para Balaque, e fala assim.
16 Então o S enhor veio ao encontro de Balaão e lhe transmitiu uma mensagem, e depois disse: “Volte até onde Balaque está e transmita-lhe essa mensagem”.
17 E, vindo a ele, eis que estava ao pé do holocausto, e os príncipes dos moabitas com ele: disse-lhe pois Balaque: Que cousa falou o Senhor?
17 Balaão voltou e encontrou o rei junto aos holocaustos e, com ele, todos os oficiais de Moabe. “O que o S enhor disse?”, perguntou Balaque.
18 Então alçou a sua parábola, e disse: Levanta-te, Balaque, e ouve: inclina os teus ouvidos a mim, filho de Zipor.
18 Esta foi a mensagem que Balaão transmitiu: “Levante-se, Balaque, e preste atenção! Ouça-me, filho de Zipor!
19 Deus não é homem, para que minta; nem filho do homem, para que se arrependa: porventura diria ele , e não o faria? ou falaria, e não o confirmaria?
19 Deus não é homem para mentir, nem ser humano para mudar de ideia. Alguma vez ele falou e não agiu? Alguma vez prometeu e não cumpriu?
20 Eis que recebi mandado de abençoar: pois ele tem abençoado, e eu não o posso revogar.
20 Ouça, recebi ordem de abençoar; Deus abençoou, e não posso anular sua bênção!
21 Não viu iniquidade em Israel, nem contemplou maldade em Jacó: o Senhor seu Deus é com ele, e nele, e entre eles se ouve o alarido dum rei.
21 Quando ele olha para Jacó, não vê maldade alguma; não vê calamidade à espera de Israel. Pois o S foi aclamado como seu rei.
22 Deus os tirou do Egito; as suas forças são como as do unicórnio.
22 Deus os tirou do Egito; ele é forte como o boi selvagem.
23 Pois contra Jacó não vale encantamento, nem adivinhação contra Israel: neste tempo se dirá de Jacó e de Israel: Que cousas Deus tem obrado!
23 Encantamento algum pode tocar Jacó, magia alguma tem poder contra Israel. Agora se dirá a respeito de Jacó: ‘Vejam o que Deus fez por Israel!’.
24 Eis que o povo se levantará como leoa, e se exalçará como leão: não se deitará até que coma a presa, e beba o sangue de mortos.
24 Este povo se levanta como leoa, como leão majestoso que desperta. Não descansa enquanto não devora a presa e bebe o sangue dos que foram mortos!”.
25 Então Balaque disse a Balaão: Nem totalmente o amaldiçoarás, nem totalmente o abençoarás.
25 Então Balaque disse a Balaão: “Pois bem! Se não os amaldiçoar, pelo menos não os abençoe!”.
26 Porém Balaão respondeu, e disse a Balaque: Não te falei eu, dizendo: Tudo o que o Senhor falar aquilo farei?
26 Mas Balaão respondeu: “Não lhe avisei que faria apenas o que o S enhor me ordenasse?”.
27 Disse mais Balaque a Balaão: Ora vem, e te levarei a outro lugar: porventura bem parecerá aos olhos de Deus que dali mo amaldiçoes.
27 O rei Balaque disse a Balaão: “Venha, eu o levarei a mais um lugar. Quem sabe Deus se agrade de que você os amaldiçoe dali!”.
28 Então Balaque levou Balaão consigo ao cume de Peor, que olha para a banda do deserto.
28 Balaque levou Balaão até o topo do monte Peor, de onde se vê o deserto.
29 Balaão disse a Balaque: Edifica-me aqui sete altares, e prepara-me aqui sete bezerros e sete carneiros.
29 Mais uma vez, Balaão disse a Balaque: “Construa sete altares e prepare sete novilhos e sete carneiros”.
30 Balaque pois fez como dissera Balaão; e ofereceu um bezerro e um carneiro sobre cada altar.
30 Balaque seguiu as instruções de Balaão e ofereceu um novilho e um carneiro em cada altar.
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