Provérbios 27
Nova Almeida Atualizada (NAA, 2017) vs ARIB
1 Não se gabe do dia de amanhã, porque você não sabe o que ele trará à luz.
1 Não te glories do dia de amanhã; porque não sabes o que produzirá o dia.
2 Deixe que outros o louvem, e não a sua própria boca; um estranho, e não você mesmo.
2 Seja outro o que te louve, e não a tua boca; o estranho, e não os teus lábios.
3 Pesada é a pedra, e a areia também; mas a ira do insensato é mais pesada do que as duas.
3 Pesada é a pedra, e a areia também; mas a ira do insensato é mais pesada do que elas ambas.
4 Cruel é o furor e impetuosa é a ira, mas quem pode resistir à inveja?
4 Cruel é o furor, e impetuosa é a ira; mas quem pode resistir à inveja?
5 Melhor é a repreensão franca do que o amor encoberto.
5 Melhor é a repreensão aberta do que o amor encoberto.
6 Leais são as feridas feitas pelo que ama, porém os beijos de quem odeia são enganosos.
6 Fiéis são as feridas dum amigo; mas os beijos dum inimigo são enganosos.
7 Quem está farto pisa o favo de mel, mas para o faminto até o amargo é doce.
7 O que está farto despreza o favo de mel; mas para o faminto todo amargo é doce.
8 Como a ave que vagueia longe do seu ninho, assim é quem anda vagueando longe do seu lar.
8 Qual a ave que vagueia longe do seu ninho, tal é o homem que anda vagueando longe do seu lugar.
9 Como o óleo e o perfume alegram o coração, assim o amigo encontra doçura no conselho cordial.
9 O óleo e o perfume alegram o coração; assim é o doce conselho do homem para o seu amigo.
10 Não abandone o seu amigo, nem o amigo do seu pai. Não vá para a casa do seu irmão no dia da adversidade; mais vale o vizinho perto do que o irmão longe.
10 Não abandones o teu amigo, nem o amigo de teu pai; nem entres na casa de teu irmão no dia de tua adversidade. Mais vale um vizinho que está perto do que um irmão que está longe.
11 Meu filho, seja sábio e alegre o meu coração, para que eu saiba responder àqueles que me afrontam.
11 Sê sábio, filho meu, e alegra o meu coração, para que eu tenha o que responder àquele que me vituperar.
12 O prudente vê o mal e se esconde; mas os ingênuos seguem em frente e sofrem as consequências.
12 O prudente vê o mal e se esconde; mas os insensatos passam adiante e sofrem a pena.
13 Que se tome a roupa daquele que fica por fiador de um estranho; que ela sirva de penhor, quando ele se obriga por mulher estranha.
13 Tira a roupa àquele que fica por fiador do estranho, e toma penhor daquele que se obriga por uma estrangeira.
14 Se alguém bendiz o seu vizinho em alta voz, logo de manhã, a sua bênção soará como maldição.
14 O que bendiz ao seu amigo em alta voz, levantando-se de madrugada, isso lhe será contado como maldição.
15 A goteira contínua num dia chuvoso e a esposa briguenta são semelhantes;
15 A goteira contínua num dia chuvoso e a mulher rixosa são semelhantes;
16 contê-la seria conter o vento, seria pegar o óleo com a mão.
16 retê-la é reter o vento, ou segurar o óleo com a destra.
17 O ferro se afia com ferro, e uma pessoa, pela presença do seu próximo.
17 Afia-se o ferro com o ferro; assim o homem afia o rosto do seu amigo.
18 Quem cuida da figueira comerá do seu fruto; e o que trata bem o seu senhor será honrado.
18 O que cuida da figueira comerá do fruto dela; e o que vela pelo seu senhor será honrado.
19 Como a água reflete o rosto, assim o coração reflete o que a pessoa é.
19 Como na água o rosto corresponde ao rosto, assim o coração do homem ao homem.
20 O mundo dos mortos e o abismo nunca se fartam, e os olhos do ser humano nunca se satisfazem.
20 O Seol e o Abadom nunca se fartam, e os olhos do homem nunca se satisfazem.
21 Como o crisol prova a prata e o forno prova o ouro, assim o homem é provado pelos elogios que recebe.
21 O crisol é para a prata, e o forno para o ouro, e o homem é provado pelos louvores que recebe.
22 Mesmo que você moesse o insensato como se soca o cereal num pilão, a tolice não se afastaria dele.
22 Ainda que pisasses o insensato no gral entre grãos pilados, contudo não se apartaria dele a sua estultícia.
23 Procure conhecer o estado das suas ovelhas e cuide dos seus rebanhos,
23 Procura conhecer o estado das tuas ovelhas; cuida bem dos teus rebanhos;
24 porque as riquezas não duram para sempre, nem a coroa, de geração em geração.
24 porque as riquezas não duram para sempre; e duraria a coroa de geração em geração?
25 Quando o feno for removido, aparecerem os renovos e se recolher o capim dos montes,
25 Quando o feno é removido, e aparece a erva verde, e recolhem-se as ervas dos montes,
26 então os cordeiros lhe darão a lã para a roupa, os bodes serão vendidos para pagar o campo
26 os cordeiros te proverão de vestes, e os bodes, do preço do campo.
27 e as cabras produzirão leite em abundância para alimentar você, alimentar a sua casa e sustentar as suas servas.
27 E haverá bastante leite de cabras para o teu sustento, para o sustento da tua casa e das tuas criadas.
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