Números 23

APYNT vs ARA

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ARA Almeida Revista e Atualizada 1993
1 Mame ynara tykase Paraão Parake a:
1 Então, Balaão disse a Balaque: Edifica-me, aqui, sete altares e prepara-me sete novilhos e sete carneiros.
2 Moro tyrise Parake a, Paraão omiry omipona. Mame toiro pui mũkuru tyahkase eya xine toiro kaneru maro apoto apõ po emero.
2 Fez, pois, Balaque como Balaão dissera; e Balaque e Balaão ofereceram um novilho e um carneiro sobre cada altar.
3 Ynara tykase Paraão, Parake a:
3 Disse mais Balaão a Balaque: Fica-te junto do teu holocausto, e eu irei; porventura, o Senhor me sairá ao encontro, e o que me mostrar to notificarei. Então, subiu a um morro desnudo.
4 Moroto Ritonõpo tõseporyse imaro. Ynara tykase Paraão:
4 Encontrando-se Deus com Balaão, este lhe disse: Preparei sete altares e sobre cada um ofereci um novilho e um carneiro.
5 Mame omi tokarose Ritonõpo a Paraão a ekarotohme Parake a. Mame tonyohse ropa ynororo eya Parake zurutohme.
5 Então, o Senhor pôs a palavra na boca de Balaão e disse: Torna para Balaque e falarás assim.
6 Naeroro toytose ynororo Parake a. Tynyahkatopõpyry pũto ro nexiase Moape tamuximãkõ maro.
6 E, tornando para ele, eis que estava junto do seu holocausto, ele e todos os príncipes dos moabitas.
7 Mame ynara tykase Paraão Ritonõpo poe:
7 Então, proferiu a sua palavra e disse: Balaque me fez vir de Arã, o rei de Moabe, dos montes do Oriente; vem, amaldiçoa-me a Jacó, e vem, denuncia a Israel.
8 Mokaro popyra onyriposaromepyra ase,
8 Como posso amaldiçoar a quem Deus não amaldiçoou? Como posso denunciar a quem o
9 Topuimo emory poe,
9 Pois do cimo das penhas vejo Israel e dos outeiros o contemplo: eis que é povo que habita só e não será reputado entre as nações.
10 Jako pakomotyã putoh katoh sã mã toto;
10 Quem contou o pó de Jacó ou enumerou a quarta parte de Israel? Que eu morra a morte dos justos, e o meu fim seja como o dele.
11 Mame ynara tykase Parake Paraão a:
11 Então, disse Balaque a Balaão: Que me fizeste? Chamei-te para amaldiçoar os meus inimigos, mas eis que somente os abençoaste.
12 Ynara tykase Paraão:
12 Mas ele respondeu: Porventura, não terei cuidado de falar o que o Senhor pôs na minha boca?
13 Mame ynara tykase Parake Paraão a:
13 Então, Balaque lhe disse: Rogo-te que venhas comigo a outro lugar, donde verás o povo; verás somente a parte mais próxima dele e não o verás todo; e amaldiçoa-mo dali.
14 Tarose ynororo Parake a ona Zofim pona, ypy Pixika emory pona. Moroto apoto apõ tõ tyrise eya 7me. Epona xine tynekarory tyahkase eya toiro pui mũkuru toiro kaneru maro emero apoto apõ po.
14 Levou-o consigo ao campo de Zofim, ao cimo de Pisga; e edificou sete altares e sobre cada um ofereceu um novilho e um carneiro.
15 Mame ynara tykase Paraão Parake a:
15 Então, disse Balaão a Balaque: Fica, aqui, junto do teu holocausto, e eu irei ali ao encontro do Senhor .
16 Mame Ritonõpo tõseporyse Paraão maro. Omi tokarose eya Parake zurutohme. Mame tonyohse ropa ynororo Parake a omi ekarotohme eya.
16 Encontrando-se o Senhor com Balaão, pôs-lhe na boca a palavra e disse: Torna para Balaque e assim falarás.
17 Naeroro tooehse ropa Paraão, tõseporyse Parake maro tynyahkahpyry pũto, Moape tõ tamuximãkõ maro. Parake a tõturupose eya Ritonõpo nekarohpyry poko.
17 Vindo a ele, eis que estava junto do holocausto, e os príncipes dos moabitas, com ele. Perguntou-lhe, pois, Balaque: Que falou o Senhor ?
18 Sero omi tokarose Paraão a Parake netaryme:
18 Então, proferiu a sua palavra e disse: Levanta-te, Balaque, e ouve; escuta-me, filho de Zipor:
19 Ahno sã pyra Ritonõpo mana,
19 Deus não é homem, para que minta; nem filho de homem, para que se arrependa. Porventura, tendo ele prometido, não o fará? Ou, tendo falado, não o cumprirá?
20 Tyripose ywy eya kure rokẽ tyripotohme;
20 Eis que para abençoar recebi ordem; ele abençoou, não o posso revogar.
21 Enẽko ase imeĩpo Izyraeu tõ ehtopo,
21 Não viu iniquidade em Jacó, nem contemplou desventura em Israel; o no meio dele se ouvem aclamações ao seu Rei.
22 Tonehse toh nexiase Ritonõpo a Ejitu poe.
22 Deus os tirou do Egito; as forças deles são como as do boi selvagem.
23 Pyaxi tomo a, popyra toto ripory kukuruhtao
23 Pois contra Jacó não vale encantamento, nem adivinhação contra Israel; agora, se poderá dizer de Jacó e de Israel: Que coisas tem feito Deus!
24 Izyraeu owõnõko mana reão nohpory samo,
24 Eis que o povo se levanta como leoa e se ergue como leão; não se deita até que devore a presa e beba o sangue dos que forem mortos.
25 Mame ynara tykase Parake Paraão a:
25 Então, disse Balaque a Balaão: Nem o amaldiçoarás, nem o abençoarás.
26 Ynara tykase Paraão eya:
26 Porém Balaão respondeu e disse a Balaque: Não te disse eu: tudo o que o Senhor falar, isso farei?
27 Mame ynara tykase Parake Paraão a:
27 Disse mais Balaque a Balaão: Ora, vem, e te levarei a outro lugar; porventura, parecerá bem aos olhos de Deus que dali mo amaldiçoes.
28 Naeroro Paraão tarose Parake a ypy Peoa emory pona ona enetohme mya.
28 Então, Balaque levou Balaão consigo ao cimo de Peor, que olha para o lado do deserto.
29 Ynara tykase Paraão eya:
29 Balaão disse a Balaque: Edifica-me, aqui, sete altares e prepara-me sete novilhos e sete carneiros.
30 Moro tyrise Parake a Paraão omipona. 7me pui mũkuru tõ tyahkase eya 7me kaneru tõ maro moro apoto apõ tõ po.
30 Balaque, pois, fez como dissera Balaão e ofereceu sobre cada altar um novilho e um carneiro.

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